Os diversos papéis da Mulher! – Parte I

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A mulher foi, é e sempre será, sinônimo de força, dado o seu desempenho diante das inúmeras atividades que fazem parte da sua rotina diária. São os diversos papéis que ela desempenha.

Mulheres que são profissionais em determinado ramo de atividade e que trabalham fora, (além do trabalho em casa com a família) adquirem uma referência de realização pessoal extremamente elevada e exigente para consigo mesma.

Tudo isso é consequência de seu empenho pessoal, da necessidade de sobrevivência no mercado de trabalho, e da conquista de um espaço onde também contribui e participa  do mundo corporativo.

E como não poderia deixar de ser, o alto grau profissionalismo, é também símbolo da independência pessoal e financeira, e por isso mesmo a mulher não poderia ficar de fora.

Andando em círculos…
Sempre com a sensação de “estar em falta”, devendo algo ao seu desempenho em alguma área de sua vida,  a mulher bem que poderia fazer com que suas atribuições sofressem algumas restrições e fossem compartilhadas com as demais pessoas de seu cotidiano, até ficarem mais equilibradas.

Este aspecto em especial vêm preocupando as organizações empresariais e institucionais no mundo inteiro, pois à medida em que a mulher se dedica mais a algum papel, por exemplo sua profissão, pode acontecer que tenha menos tempo para dedicar à outras áreas de sua vida.

Isso faria com que ela se sentisse frustrada e com a sensação de dívida tanto para consigo mesma, como para os que se beneficiam de seu trabalho e precisam da sua atenção e dedicação.

E este fator certamente afeta a qualidade de seu trabalho e resultados esperados conforme sua função.

À medida em que empresas estão preocupadas em promover esta estabilidade emocional no que se refere ao equilíbrio de seus multi papéis, ganham espaço as empresas que criam uma creche ou realizam determinados convênios e benefícios, que são imprescindíveis para garantir essa segurança.

A mulher de hoje precisa estar equilibrada emocionalmente, para então estar desimpedida de explorar todo o seu potencial profissional sem culpas.

Ganhos e Perdas
O trabalho e, consequentemente, o desenvolvimento profissional, vieram contribuir na vida da mulher como um importante ingrediente na construção de sua identidade, significando assim maior respeito por si mesma e elevação da sua auto estima.

Tal ganho repercutiu na própria família, proporcionando à ela um lugar de maior importância, se comparado a anos anteriores.

No entanto o preço que a mulher vêm pagando, está sendo demasiado alto se visto por outro lado.

As mulheres queixam-se de estarem “cansadas”, querem ter uma profissão, mas ao mesmo tempo odeiam o estresse pertinente ao estilo de vida que acabam por levar para atender as demais atribuições que geram uma diversidade de atividades.

E por mais que se pense que ela tira isso de letra, vai haver um desgaste muito grande, até que tudo seja feito.

Com certeza ela se empenhará ao máximo para isso, mas de que maneira?

Com que grau de exigência? E com que capacidade de absorver tantas e tantas tarefas ao mesmo tempo?

Creio que mulheres podem ser competentes a ponto de conciliarem sua vida, aliando carreira, família, casamento e também necessidades individuais inerentes à sua formação e interesse.

Pode ser algum curso em especial, uma filiação partidária, um hobby, o horário com as amigas, e por aí vai.

Mas e a qualidade de vida? Falamos disso, para refletirmos se está havendo qualidade na execução de todas essas atribuições.

Pois o “fazer”, somente para cumprir uma agenda é algo muito diferente do que se dedicar à tarefas tão distintas umas das outras.

Tarefas que envolvem tantas outras coisas diferentes de desempenho, conhecimento técnico, pesquisa e organização, e que são esperadas no contexto profissional.

Ao invés disso, em seus vários papéis familiares, como  esposa, mãe, amiga, filha, cunhada e etc., ela necessita utilizar de recursos sentimentais, emocionais, capacidade de escolhas afetivas, entre outras.

Portanto, muitos dos papéis que as mulheres desempenham são de um universo  feminino, como por exemplo, a tarefa de ser mãe, que não dá para dissociar do seu referencial de valores, crenças, ética e tudo o mais.

Outro exemplo, é quando ela é a “administradora do lar”, mesmo que morando só ou dividindo com alguém.

Ela precisa de competência mas também de uma dose de carinho para tudo ficar com ar de casa ou melhor: de lar.

rotinaSe a mulher fizer tudo com pressa, ela perde em qualidade de vida, o que pode gerar perda de estabilidade, que é sempre muito importante.

Em cada família as perspectivas de se encontrar uma mulher que desempenha multi-papéis são as mais altas possíveis.

Como consequência disso, acabam tornando-se pessoas bem pouco realizadas, esforçando-se por chegar em um ponto de satisfação que dificilmente atingem.

A cada vez que concluem uma etapa em seu dia, terão que lidar rapidamente com o que está ainda por fazer. É um eterno fazer e fazer.

Afinal, será que a mulher precisa fazer tudo? Qual seria a melhor maneira para administrar e otimizar seu tempo com qualidade? Qual seria a melhor forma de se obter uma saída esse conflito?

Fica uma reflexão para nossos leitores. Na segunda parte desse artigo, abordaremos mais dúvidas sobre os diversos papéis da mulher nos relacionamentos.

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